quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Serviço Publico
Como sempre este espaço é dedicado a divulgar o que se faz pelo Concelho de Odemira. Desde que mereça claro! Este é o caso.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Liberdade
Pediram-me hoje para fazer um texto, deram-me varios temas à escolha e escolhi liberdade. Aqui fica:
Liberdade ou falta dela. Se nos dias de hoje a liberdade é no nosso dia a dia um dado adquirido, houve tempos em que assim não foi. Tempos de ditadura, em que a liberdade do povo era um grande parte limitada. Limitada por leis e regras de governos e religiões. Ou até regras ditadas pelas mentalidades de uma sociedade onde o ser diferente ainda é apontado a dedo.
E será realmente que esses tempos de falta de liberdade se foram embora definitivamente? Se é verdade que o 25 de Abril trouxe ao nosso país uma lufada de ar fresco, no que à liberdade diz respeito, também é verdade que o que se passa na realidade é um assunto completamente diferente. Nasci em 79, apenas conheci o pós 25 de Abril e não consigo ter noção do que realmente se passou nos tempos da ditadura. Mas o facto de não ter experenciado a ditadura na pele, não faz com que eu não tenha a noção do que já se percorreu na direcção de uma sociedade mais livre.
Mas será que estamos perto de uma sociedade onde se possa dizer que vivemos em liberdade? Será que já percorremos o suficiente? Ou será que as tais regras castradoras da sociedade, cheias de falsos moralismos, continuam a ditar o nosso comportamento, guiando-nos a todos para um percurso de vida semelhante, que sem dar por isso, tal como um rebanho, todos seguimos?
A verdade é que estamos muito longe. E nem nos nossos pensamentos somos totalmente livres. As influencias exteriores, como o caso do bombardeamento da comunicação social, e o seu papel como “opinion maker” é brutal. E influencia em grande parte a mentalidade de um povo.
É muito facil hoje em dia com campanhas na comunicação social, através de opções editoriais fazer da mentira verdade, do culpado inocente ou do justo injusto. E como é obvio isso influencia a opinião publica e a sua maneira de pensar. Tornando esse pensamento condicionado, e por sua vez limitando a sua liberdade.
E se nem nos nossos pensamentos conseguimos ser totalmente livres, será que podemos um dia aspirar a uma liberdade total? Creio que não.
E será que essa liberdade total é compativel com a vida em sociedade? Já diz aquele chavão mais que batido: a nossa liberdade acaba onde a dos outros começa! E uma liberdade total iria provavelmente gerar uma total anarquia. Não compativel com a vida em em sociedade.
Mas quer isso dizer que não devemos seguir buscando uma sociedade mais justa e livre? Penso que não. Embora sendo uma utopia, creio que o caminho a seguir é esse. Continuar a derrubar barreiras com o destino a uma liberdade que sabemos que nunca será total.
Tendo também consciencia que a nivel global existem lugares onde as liberdades são muito mais condicionadas, mas que também existem lugares que já caminharam muito mais nesse percurso rumo à liberdade.
Só temos então de seguir o nosso caminho. Dia após dia.
Filipe Morais
Liberdade ou falta dela. Se nos dias de hoje a liberdade é no nosso dia a dia um dado adquirido, houve tempos em que assim não foi. Tempos de ditadura, em que a liberdade do povo era um grande parte limitada. Limitada por leis e regras de governos e religiões. Ou até regras ditadas pelas mentalidades de uma sociedade onde o ser diferente ainda é apontado a dedo.
E será realmente que esses tempos de falta de liberdade se foram embora definitivamente? Se é verdade que o 25 de Abril trouxe ao nosso país uma lufada de ar fresco, no que à liberdade diz respeito, também é verdade que o que se passa na realidade é um assunto completamente diferente. Nasci em 79, apenas conheci o pós 25 de Abril e não consigo ter noção do que realmente se passou nos tempos da ditadura. Mas o facto de não ter experenciado a ditadura na pele, não faz com que eu não tenha a noção do que já se percorreu na direcção de uma sociedade mais livre.
Mas será que estamos perto de uma sociedade onde se possa dizer que vivemos em liberdade? Será que já percorremos o suficiente? Ou será que as tais regras castradoras da sociedade, cheias de falsos moralismos, continuam a ditar o nosso comportamento, guiando-nos a todos para um percurso de vida semelhante, que sem dar por isso, tal como um rebanho, todos seguimos?
A verdade é que estamos muito longe. E nem nos nossos pensamentos somos totalmente livres. As influencias exteriores, como o caso do bombardeamento da comunicação social, e o seu papel como “opinion maker” é brutal. E influencia em grande parte a mentalidade de um povo.
É muito facil hoje em dia com campanhas na comunicação social, através de opções editoriais fazer da mentira verdade, do culpado inocente ou do justo injusto. E como é obvio isso influencia a opinião publica e a sua maneira de pensar. Tornando esse pensamento condicionado, e por sua vez limitando a sua liberdade.
E se nem nos nossos pensamentos conseguimos ser totalmente livres, será que podemos um dia aspirar a uma liberdade total? Creio que não.
E será que essa liberdade total é compativel com a vida em sociedade? Já diz aquele chavão mais que batido: a nossa liberdade acaba onde a dos outros começa! E uma liberdade total iria provavelmente gerar uma total anarquia. Não compativel com a vida em em sociedade.
Mas quer isso dizer que não devemos seguir buscando uma sociedade mais justa e livre? Penso que não. Embora sendo uma utopia, creio que o caminho a seguir é esse. Continuar a derrubar barreiras com o destino a uma liberdade que sabemos que nunca será total.
Tendo também consciencia que a nivel global existem lugares onde as liberdades são muito mais condicionadas, mas que também existem lugares que já caminharam muito mais nesse percurso rumo à liberdade.
Só temos então de seguir o nosso caminho. Dia após dia.
Filipe Morais
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Que tareia!
Sim, foi uma tareia, esta que o Benfica deu a um Guimarães completamente perdido durante noventa minutos.
Foi o gigante acordado em 09\10 que voltou esta noite à Luz. Dinamica, pressão, qualidade, espetaculo e golos. E que golos, se o golo de Martins é de bandeira, o que dizer da recepção de Pablito Aimar? Simplesmente divinal.
Uma vitória de equipa, que em conjunto conseguiu esta magnifica exibição. O Benfica é hoje, denovo, a melhor equipa do campeonato, e só pelo mau inicio devido a varios factores não estamos mais perto do lider.
Tenho de exceptuar desta grande exibiçao, o mediocre do costume. Oscar Cardozo. Deslocado da dinamica da equipa, que nunca teve, nem hoje, nem nunca, apresentou os mesmos defeitos de sempre. Que são os seus, e nunca desaparecerão! Lentidão, pouca capacidade de trabalho, pouca dinamica de jogo, enfim, já sabem o que penso. Hoje para colocar a cereja no topo do bolo, a 11 metros da baliza, com a bola parada conseguiu falhar o rectangulo de 7,32m por 2,44m.
Carrega Benfica!
Foi o gigante acordado em 09\10 que voltou esta noite à Luz. Dinamica, pressão, qualidade, espetaculo e golos. E que golos, se o golo de Martins é de bandeira, o que dizer da recepção de Pablito Aimar? Simplesmente divinal.
Uma vitória de equipa, que em conjunto conseguiu esta magnifica exibição. O Benfica é hoje, denovo, a melhor equipa do campeonato, e só pelo mau inicio devido a varios factores não estamos mais perto do lider.
Tenho de exceptuar desta grande exibiçao, o mediocre do costume. Oscar Cardozo. Deslocado da dinamica da equipa, que nunca teve, nem hoje, nem nunca, apresentou os mesmos defeitos de sempre. Que são os seus, e nunca desaparecerão! Lentidão, pouca capacidade de trabalho, pouca dinamica de jogo, enfim, já sabem o que penso. Hoje para colocar a cereja no topo do bolo, a 11 metros da baliza, com a bola parada conseguiu falhar o rectangulo de 7,32m por 2,44m.
Carrega Benfica!
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Hora do Bau 7ª Edição
É o regresso da Hora do Bau! E na setima edição temos para lhe oferecer: Technotronic. Fantastico! Enjoy... Pump, pumd the jam...
Sudoeste 2011
Eis que em pleno Fevereiro começam a surgir os primeiros nomes para o nosso festival SW2011. E nao começam nada mal as noticias que chegaram até agora à enorme e agitada redacção do Chaparro de Ferro.
O primeiro nome a surgir foi o de Andreya Triana. Nascida no Reino Unido, a cantora combina diversos estilos, como folk, soul, trip hop e ao que consta actua no dia 4 de Agosto na Herdade da Casa Branca.
Aqui fica um cheirinho para quem não conhece:
Para quem gostou, ha mais videos da senhora pelo Youtube, gostei também da "A Town Called Obsolete".
O segundo nome a surgir, já é um nome grande, e dependendo de como se apresentar em palco Amy Winehouse pode mesmo rebentar no Sudoeste. Ou não! Nunca se sabe bem com o que se pode contar quando se fala desta senhora. Mas que os primeiros nomes para a edição deste ano do nosso festival são boas noticias. Isso são!
O primeiro nome a surgir foi o de Andreya Triana. Nascida no Reino Unido, a cantora combina diversos estilos, como folk, soul, trip hop e ao que consta actua no dia 4 de Agosto na Herdade da Casa Branca.
Aqui fica um cheirinho para quem não conhece:
Para quem gostou, ha mais videos da senhora pelo Youtube, gostei também da "A Town Called Obsolete".

O segundo nome a surgir, já é um nome grande, e dependendo de como se apresentar em palco Amy Winehouse pode mesmo rebentar no Sudoeste. Ou não! Nunca se sabe bem com o que se pode contar quando se fala desta senhora. Mas que os primeiros nomes para a edição deste ano do nosso festival são boas noticias. Isso são!
The Ark Hotel

Inspirado nas recentes mudanças climáticas e no aumento do nível do mar, o escritório de arquitetura russo Remistudio resolveu desenvolver o Ark Hotel. Trata-se de um edifício capaz de flutuar no mar. Inspirado ao que me parece na famosa "Arca de Noe".
Segundo o atelier de arquitectura, o mecanismo que o permite flutuar, está na parte iferior da cúpula, cuja estrutura em forma de casco também o deixa ser construído no solo. A estrutura em forma de cúpula é construída com arcos de madeira, cabos de aço e uma camada de plástico. Na revista alemã Der Spiegel, o arquitecto confidenciou que esse projecto poderia levar apenas quatro meses para ser construído, em qualquer parte do mundo. O Ark Hotel, que tem quatro andares, foi desenvolvido para o concurso Architecture for Disaster Relief, realizado pela União Internacional dos Arquitectos.
Ao que parece, o Ark pode ser isolado em caso de catastrofe, criando um ambiente isolado no seu interior. Com espaços verdes, e gerando energia atravez da exploração de recursos termais (geradas pela tecnologia do edificio), solar e éolica, a autosuficiencia da "arca" é garantida.
O Arc, pode ser construido quer no mar, quer na terra. Veremos quanto tempo passa até o poder-mos ver na realidade.
Segundo o atelier de arquitectura, o mecanismo que o permite flutuar, está na parte iferior da cúpula, cuja estrutura em forma de casco também o deixa ser construído no solo. A estrutura em forma de cúpula é construída com arcos de madeira, cabos de aço e uma camada de plástico. Na revista alemã Der Spiegel, o arquitecto confidenciou que esse projecto poderia levar apenas quatro meses para ser construído, em qualquer parte do mundo. O Ark Hotel, que tem quatro andares, foi desenvolvido para o concurso Architecture for Disaster Relief, realizado pela União Internacional dos Arquitectos.

Ao que parece, o Ark pode ser isolado em caso de catastrofe, criando um ambiente isolado no seu interior. Com espaços verdes, e gerando energia atravez da exploração de recursos termais (geradas pela tecnologia do edificio), solar e éolica, a autosuficiencia da "arca" é garantida.
O Arc, pode ser construido quer no mar, quer na terra. Veremos quanto tempo passa até o poder-mos ver na realidade.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Para acabar o dia!
Já foi video da semana quando não passava ainda em Portugal. Descubri no Conan, e postei. Não, não sou como um amigo meu que diz que descobriu os The Killers, mas que gostei disto assim que ouvi a primeira vez, gostei! Enjoy, pode ser que amanha consiga escrever mais alguma coisa por aqui. Tenho um post quase pronto a sair. Enviem cenas fixes para o mail, e ajudem-me a manter isto vivo! Até lá!
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Actividade...
... ou falta dela. O blog anda mesmo um pouco abandonado, e o tempo para ele é cada vez menor. Ainda por cima com tanta coisa para escrever.
Fechou o mercado de inverno no que ao futebol diz respeito, temos um novo "velho" presidente, o Egipto anda em brasa, os combustiveis não param de subir, o sol parece ter vindo para ficar e com ele trouxe este gelo que até faz doer os ossos, os juvenis do Odemirense voltaram ao primeiro lugar do campeonato, lugar de onde nunca deveriam ter saido, o Glorioso ganhou no covil. Sei la! Tanto tema para escrever umas linhas, e o que faço eu? Fico mais de uma semana sem escrever sequer uma virgula. Eu sei que este facto não afecta nenhum de voces que gosta de passar por aqui para ler umas babuzeiras, mas afecta-me a mim. Gosto mesmo de deixar por aqui umas larachas sobre o que vai acontecendo.
Esquecendo o presidente, os combustiveis e o Egipto. Que tristezas não pagam dividas, vamos falar um pouco de futebol.
E não é que o Benfiquinha foi ganhar na casa do Sr.Costa? Sobre o jogo não posso dizer muito, optei por ir jogar uma peladinha em vez de ficar em casa frente à tv a ver o meu Benfica ser roubado, como de costume quando faz esta deslocação. Quando cheguei a casa, ligo a tv e... 0-1. Pensei: "mau agora é que isto vai ferver, vão cair agressões, penaltis e expulsões como se não houvesse amanha", mudei de canal, e o que se passou a seguir não sei. Parece que não se passou o de costume, e que o arbitro exceptuando um vermelhote da ordem ao Fabinho, e uma agressão do Bellushi nem teve mt mal. Quando voltei a mudar já o Javi (um dos melhores jogadores da liga, insisto) tinha espetado outra batatinha. E o jogo já estava arrumado. Esperemos agora para ver a segunda mão, e até pode ser que consigamos ir ao Jamor no fim da época para ver um joguinho. A ultima vez que la fui, não vim de lá muito satisfeito, pode ser que seja desta.
Quanto ao mercado de inverno, creio que só há tres noticias dignas de registo. O adeus do levezinho.. adeus! Já vais tarde. A venda de David Luiz, que também achei tardia, não pelo valor desportivo e pela entrega do jogador, mas porque acho que deveriamos ter vendido no auge da sua valorização, o defeso passado, tal como Fabio Coentrão. Creio que esta epoca só servirá para os desvalorizar. De qualquer maneira, pelo que li pelos jornais, o David até foi bem vendido. Como benfiquista so tenho de agradecer tudo o que o "João Broncas" da luz (por causa do cabelo, claro) fez com o sagrado manto vestido. Fica para a historia do clube como um grande central que passou pela luz. Como Aldair, Humberto, Mozer ou Ricardo.
A registar também o negocio milionario da temporada. A ida de Torres para o Chelsea, e a aquisição de Suarez e Carrol por parte do Liverpool. Que grande negocio dos Red Devils. Torres é bom, mas nunca chegou a explodir, e parece sempre não dar 100%. E quer Suarez e Carrol são grandes jogadores, e tem tudo para brilhar no futebol mundial. Grande negocio!
Bem por agora é tudo, vou ver se consigo pensar numa palavra para servir de tema para o texto da letra H. Até lá, bom fim de semana!
Ps. Amanha no Estadio Municipal, as 15h. Odemirense vs Desportivo de Beja (Juvenis). Agradecemos o vosso apoio.
Fechou o mercado de inverno no que ao futebol diz respeito, temos um novo "velho" presidente, o Egipto anda em brasa, os combustiveis não param de subir, o sol parece ter vindo para ficar e com ele trouxe este gelo que até faz doer os ossos, os juvenis do Odemirense voltaram ao primeiro lugar do campeonato, lugar de onde nunca deveriam ter saido, o Glorioso ganhou no covil. Sei la! Tanto tema para escrever umas linhas, e o que faço eu? Fico mais de uma semana sem escrever sequer uma virgula. Eu sei que este facto não afecta nenhum de voces que gosta de passar por aqui para ler umas babuzeiras, mas afecta-me a mim. Gosto mesmo de deixar por aqui umas larachas sobre o que vai acontecendo.
Esquecendo o presidente, os combustiveis e o Egipto. Que tristezas não pagam dividas, vamos falar um pouco de futebol.
E não é que o Benfiquinha foi ganhar na casa do Sr.Costa? Sobre o jogo não posso dizer muito, optei por ir jogar uma peladinha em vez de ficar em casa frente à tv a ver o meu Benfica ser roubado, como de costume quando faz esta deslocação. Quando cheguei a casa, ligo a tv e... 0-1. Pensei: "mau agora é que isto vai ferver, vão cair agressões, penaltis e expulsões como se não houvesse amanha", mudei de canal, e o que se passou a seguir não sei. Parece que não se passou o de costume, e que o arbitro exceptuando um vermelhote da ordem ao Fabinho, e uma agressão do Bellushi nem teve mt mal. Quando voltei a mudar já o Javi (um dos melhores jogadores da liga, insisto) tinha espetado outra batatinha. E o jogo já estava arrumado. Esperemos agora para ver a segunda mão, e até pode ser que consigamos ir ao Jamor no fim da época para ver um joguinho. A ultima vez que la fui, não vim de lá muito satisfeito, pode ser que seja desta.
Quanto ao mercado de inverno, creio que só há tres noticias dignas de registo. O adeus do levezinho.. adeus! Já vais tarde. A venda de David Luiz, que também achei tardia, não pelo valor desportivo e pela entrega do jogador, mas porque acho que deveriamos ter vendido no auge da sua valorização, o defeso passado, tal como Fabio Coentrão. Creio que esta epoca só servirá para os desvalorizar. De qualquer maneira, pelo que li pelos jornais, o David até foi bem vendido. Como benfiquista so tenho de agradecer tudo o que o "João Broncas" da luz (por causa do cabelo, claro) fez com o sagrado manto vestido. Fica para a historia do clube como um grande central que passou pela luz. Como Aldair, Humberto, Mozer ou Ricardo.
A registar também o negocio milionario da temporada. A ida de Torres para o Chelsea, e a aquisição de Suarez e Carrol por parte do Liverpool. Que grande negocio dos Red Devils. Torres é bom, mas nunca chegou a explodir, e parece sempre não dar 100%. E quer Suarez e Carrol são grandes jogadores, e tem tudo para brilhar no futebol mundial. Grande negocio!
Bem por agora é tudo, vou ver se consigo pensar numa palavra para servir de tema para o texto da letra H. Até lá, bom fim de semana!
Ps. Amanha no Estadio Municipal, as 15h. Odemirense vs Desportivo de Beja (Juvenis). Agradecemos o vosso apoio.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Um cê a mais
"Quando eu escrevo a palavra ação, por magia ou pirraça, o computador retira automaticamente o c na pretensão de me ensinar a nova grafia. De forma que, aos poucos, sem precisar de ajuda, eu próprio vou tirando as consoantes que, ao que parece, estavam a mais na língua portuguesa. Custa-me despedir-me daquelas letras que tanto fizeram por mim. São muitos anos de convívio.
Lembro-me da forma discreta e silenciosa como todos estes cês e pês me acompanharam em tantos textos e livros desde a infância. Na primária, por vezes gritavam ofendidos na caneta vermelha da professora: não te esqueças de mim! Com o tempo, fui-me habituando à sua existência muda, como quem diz, sei que não falas, mas ainda bem que estás aí. E agora as palavras já nem parecem as mesmas. O que é ser proativo? Custa-me admitir que, de um dia para o outro, passei a trabalhar numa redação, que há espetadores nos espetáculos e alguns também nos frangos, que os atores atuam e que, ao segundo ato, eu ato os meus sapatos.
Depois há os intrusos, sobretudo o erre, que tornou algumas palavras arrevesadas e arranhadas, como neorrealismo ou autorretrato. Caíram hifenes e entraram erres que andavam errantes. É uma união de facto, para não errar tenho a obrigação de os acolher como se fossem família. Em 'há de' há um divórcio, não vale a pena criar uma linha entre eles, porque já não se entendem.
Em veem e leem, por uma questão de fraternidade, os és passaram a ser gémeos, nenhum usa chapéu. E os meses perderam importância e dignidade, não havia motivo para terem privilégios, janeiro, fevereiro, março são tão importantes como peixe, flor, avião. Não sei se estou a ser suscetível, mas sem p algumas palavras são uma autêntica deceção, mas por outro lado é ótimo que já não tenham.
As palavras transformam-nos. Como um menino que muda de escola, sei que vou ter saudades, mas é tempo de crescer e encontrar novos amigos. Sei que tudo vai correr bem, espero que a ausência do cê não me faça perder a direção, nem me fracione, nem quero tropeçar em algum objeto abjeto. Porque, verdade seja dita, hoje em dia, não se pode ser atual nem atuante com um cê a atrapalhar.
Manuel Halpern"
Sou completamente contra este acordo ortográfico. Nunca escrevi bem, mas vou passar propositamente a escrever mal, pois nunca mudarei a minha forma de escrever português.
Lembro-me da forma discreta e silenciosa como todos estes cês e pês me acompanharam em tantos textos e livros desde a infância. Na primária, por vezes gritavam ofendidos na caneta vermelha da professora: não te esqueças de mim! Com o tempo, fui-me habituando à sua existência muda, como quem diz, sei que não falas, mas ainda bem que estás aí. E agora as palavras já nem parecem as mesmas. O que é ser proativo? Custa-me admitir que, de um dia para o outro, passei a trabalhar numa redação, que há espetadores nos espetáculos e alguns também nos frangos, que os atores atuam e que, ao segundo ato, eu ato os meus sapatos.
Depois há os intrusos, sobretudo o erre, que tornou algumas palavras arrevesadas e arranhadas, como neorrealismo ou autorretrato. Caíram hifenes e entraram erres que andavam errantes. É uma união de facto, para não errar tenho a obrigação de os acolher como se fossem família. Em 'há de' há um divórcio, não vale a pena criar uma linha entre eles, porque já não se entendem.
Em veem e leem, por uma questão de fraternidade, os és passaram a ser gémeos, nenhum usa chapéu. E os meses perderam importância e dignidade, não havia motivo para terem privilégios, janeiro, fevereiro, março são tão importantes como peixe, flor, avião. Não sei se estou a ser suscetível, mas sem p algumas palavras são uma autêntica deceção, mas por outro lado é ótimo que já não tenham.
As palavras transformam-nos. Como um menino que muda de escola, sei que vou ter saudades, mas é tempo de crescer e encontrar novos amigos. Sei que tudo vai correr bem, espero que a ausência do cê não me faça perder a direção, nem me fracione, nem quero tropeçar em algum objeto abjeto. Porque, verdade seja dita, hoje em dia, não se pode ser atual nem atuante com um cê a atrapalhar.
Manuel Halpern"
Sou completamente contra este acordo ortográfico. Nunca escrevi bem, mas vou passar propositamente a escrever mal, pois nunca mudarei a minha forma de escrever português.
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Fotografia da Semana
Ainda não é uma foto minha, mas agora que estou de ferias, vou tentar puxar pela inspiração e pelos clicks.

Autor desconhecido.

Autor desconhecido.
Presidenciais
Este continua e continuará a ser um espaço sem qualquer intenção politica.
Nunca aqui falarei das minhas opções politicas, e nunca me vão ver criticar ou sequer comentar as opções dos outros.
Há quem considere a abstenção uma opção politica. E talvez esteja certo. As pessoas que não vão votar, conscientemente, como que em protesto contra algo. Isso sim, é uma opção politica e consciente. E essa abstenção eu não critico.
Mas critico a outra, a do desinteresse, a daqueles que dizem não ligar a politica, dos que se queixam de tudo e de todos, mas não fazem absolutamente nada para mudar o mundo que os rodeia. Os que aderem aos grupos de protesto do Facebook, mas que não são capazes de levantar o rabo do sofa num domingo para fazer uma simples cruz.
Não consigo aceitar uma abstenção de 52,47%. Sei que vai haver quem leia este post, que não tenha votado. Uns por opção, outros por desleixo. Mas que ninguem se vai rever no desinteresse, e na parte negativa da abstenção. É dificil aceitar os nossos defeitos.
Não vou comentar a reeleição de Cavaco Silva, mas já repararam como estes 52% que não quiseram saber do futuro de Portugal poderiam ter mudado o rumo do nosso pais? Foram cerca de cinco milhões de Portugueses que se alhearam de exercer um direito, que deveria ser um dever! E esses eu não consigo entender!
Apenas uma palavra para mostrar a minha surpresa para com os resultados da esquerda. Numa altura de crise e de vacas magras, a esquerda sofre uma tremenda derrota. Numa altura em que as politicas sociais poderão ser mais importantes do que nunca, uma vitoria esmagadora da direita politica portuguesa não deixa de me causar alguma estranheza. Ver o candidato do Partido Comunista, ser ultrapassado por movimentos de cidadania, e com pouco mais de dois pontos percentuais sobre o palhaço de serviço é realmente muito estranho!
Vamos ver o que os resultados reais desta votação, e desta abstenção vão provocar no nosso pais. O futuro o dirá...
Nunca aqui falarei das minhas opções politicas, e nunca me vão ver criticar ou sequer comentar as opções dos outros.
Há quem considere a abstenção uma opção politica. E talvez esteja certo. As pessoas que não vão votar, conscientemente, como que em protesto contra algo. Isso sim, é uma opção politica e consciente. E essa abstenção eu não critico.
Mas critico a outra, a do desinteresse, a daqueles que dizem não ligar a politica, dos que se queixam de tudo e de todos, mas não fazem absolutamente nada para mudar o mundo que os rodeia. Os que aderem aos grupos de protesto do Facebook, mas que não são capazes de levantar o rabo do sofa num domingo para fazer uma simples cruz.
Não consigo aceitar uma abstenção de 52,47%. Sei que vai haver quem leia este post, que não tenha votado. Uns por opção, outros por desleixo. Mas que ninguem se vai rever no desinteresse, e na parte negativa da abstenção. É dificil aceitar os nossos defeitos.
Não vou comentar a reeleição de Cavaco Silva, mas já repararam como estes 52% que não quiseram saber do futuro de Portugal poderiam ter mudado o rumo do nosso pais? Foram cerca de cinco milhões de Portugueses que se alhearam de exercer um direito, que deveria ser um dever! E esses eu não consigo entender!
Apenas uma palavra para mostrar a minha surpresa para com os resultados da esquerda. Numa altura de crise e de vacas magras, a esquerda sofre uma tremenda derrota. Numa altura em que as politicas sociais poderão ser mais importantes do que nunca, uma vitoria esmagadora da direita politica portuguesa não deixa de me causar alguma estranheza. Ver o candidato do Partido Comunista, ser ultrapassado por movimentos de cidadania, e com pouco mais de dois pontos percentuais sobre o palhaço de serviço é realmente muito estranho!
Vamos ver o que os resultados reais desta votação, e desta abstenção vão provocar no nosso pais. O futuro o dirá...
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Descubra as diferenças
Que saudades eu tinha de fazer um "descubra as diferenças". Aqui fica mais um.
E não é que o Millhouse pode vir a ser o proximo presidente daquele clube com camisolas parecidas aos toldos da Figueira da Foz. Sai um cromo entra um tótó.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Alerta
Avisam-se todos os participantes do OPT2010 que ainda não foi marcado o jantar de entrega de premios desta grandiosa competição.
Já se joga a pré-epoca da OPT2011, e devido a não haver ainda vencedor homolgado de 2010, nem novos estatutos para 2011, não se pode iniciar nova epoca.
Acordem para a vida, e deixem nos comentarios as sugestões de datas para o jantar no Barrigas!
Já se joga a pré-epoca da OPT2011, e devido a não haver ainda vencedor homolgado de 2010, nem novos estatutos para 2011, não se pode iniciar nova epoca.
Acordem para a vida, e deixem nos comentarios as sugestões de datas para o jantar no Barrigas!
Fotografia da Semana
Meio improvisada, e a partir da aula de informatica do curso que estou a tirar. Aqui fica a fotografia desta semana. Mais uma vez, não perdi muito tempo a procurar. Vi gostei e postei. Há muito tempo que não posto uma foto minha, pode ser que para a proxima semana tenha tempo para inventar qualquer coisa.
Vou chamar-lhe "Itsy Bitsy Spider"

Fotografia de Gilbert Perrin.
Vou chamar-lhe "Itsy Bitsy Spider"

Fotografia de Gilbert Perrin.
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
E também de...
...futebol se fala neste blogue.
É verdade que tenho andado arredado dos posts futebolisticos por aqui. Daqueles textos a dissecar as jornadas e as equipas. A verdade é que este ano ando um pouco mais afastado do futebol, e a vontade de ver e escrever sobre este tema é menor.
Sobre a equipa de que faço parte, também não gosto de escrever. Quando entrei, ainda pensei em semanalmente fazer uma cronica do jogo dos juvenis do Odemirense, mas por dentro vivem-se as coisas de outra maneira. E "What happens in Vegas, stays in Vegas".
Mas hoje vamos falar um pouco de futebol. Não tanto do futebol jogado, mas do mercado de transferencias.
Já aqui escrevi sobre a minha opinião sobre o plantel encarnado, e sobre os jogadores que acho que deveriamos contratar. Ja falei também sobre as coisas que acho mal, na politica de transferencias do Glorioso.
Mas nada mudou afinal. Continuam sem chegar jogadores portugueses, continua-se com a ideia de não apostar em jogadores provenientes das camadas jovens. E em gastar os orçamentos em jogadores de qualidade duvidosa.
Estamos em epoca de especulação. Todos os dias nos jornais saiem jogadores para o Benfica. De acordo com os diarios desportivos, só em laterais esquerdos nos ultimos dois dias ja vamos em quatro. Todos estrangeiros, e a maioria desconhecidos. Avançados sul americanos davam para abastecer todos os clubes da primeira e segunda liga. Mas a realidade é outra. As unicas aquisições certas são um tal de Fernandez de quem nunca ouvi falar, e agora Jardel.
Sou sincero quando digo que não conheço nada destes jogadores. E também sou sincero ao dizer que espero sinceramente estar enganado. Mas cheira-me a flop.
Todas estas chegadas de jogadores fazem-me lembrar os tempos em que o Benfica não ganhava nada, e se arrastava pelos relvados numa inconstancia que os ultimos tempos me tinham feito esquecer. E onde chegavam em cada periodo de transferencias autenticos contentores de jogadores.
Fabio Faria já vai a caminho de Espanha para ser emprestado até fim da epoca. Roderick continua sem uma unica hipotese, nem em jogos mais pequenos. Miguel Vitor foi esquecido. Nelson Oliveira e David Simão, nunca voltarão ao Glorioso. E vamos continuar a contribuir para a morte do futebol portugues, com jogadores lusos.
Quando os clubes da nossa liga jogam em jogos europeus, alguns amigos criticam-me por torcer contra os clubes portugueses. A verdade é que por mim podem mesmo perder sempre. Mas o argumento desses amigos é que devemos sempre torcer pelos portugueses. "Portugueses? pergunto eu." Olho para os planteis dos grandes, e tenho de me esforçar para encontrar um portugues.
Sou benfiquista incondicionalmente. Mas o que está mal, está mal. E esta politica de contratações para encher os bolsos a dirigentes, empresarios e fundos de investimento eu não consigo engolir.
É verdade que tenho andado arredado dos posts futebolisticos por aqui. Daqueles textos a dissecar as jornadas e as equipas. A verdade é que este ano ando um pouco mais afastado do futebol, e a vontade de ver e escrever sobre este tema é menor.
Sobre a equipa de que faço parte, também não gosto de escrever. Quando entrei, ainda pensei em semanalmente fazer uma cronica do jogo dos juvenis do Odemirense, mas por dentro vivem-se as coisas de outra maneira. E "What happens in Vegas, stays in Vegas".
Mas hoje vamos falar um pouco de futebol. Não tanto do futebol jogado, mas do mercado de transferencias.
Já aqui escrevi sobre a minha opinião sobre o plantel encarnado, e sobre os jogadores que acho que deveriamos contratar. Ja falei também sobre as coisas que acho mal, na politica de transferencias do Glorioso.
Mas nada mudou afinal. Continuam sem chegar jogadores portugueses, continua-se com a ideia de não apostar em jogadores provenientes das camadas jovens. E em gastar os orçamentos em jogadores de qualidade duvidosa.
Estamos em epoca de especulação. Todos os dias nos jornais saiem jogadores para o Benfica. De acordo com os diarios desportivos, só em laterais esquerdos nos ultimos dois dias ja vamos em quatro. Todos estrangeiros, e a maioria desconhecidos. Avançados sul americanos davam para abastecer todos os clubes da primeira e segunda liga. Mas a realidade é outra. As unicas aquisições certas são um tal de Fernandez de quem nunca ouvi falar, e agora Jardel.
Sou sincero quando digo que não conheço nada destes jogadores. E também sou sincero ao dizer que espero sinceramente estar enganado. Mas cheira-me a flop.
Todas estas chegadas de jogadores fazem-me lembrar os tempos em que o Benfica não ganhava nada, e se arrastava pelos relvados numa inconstancia que os ultimos tempos me tinham feito esquecer. E onde chegavam em cada periodo de transferencias autenticos contentores de jogadores.
Fabio Faria já vai a caminho de Espanha para ser emprestado até fim da epoca. Roderick continua sem uma unica hipotese, nem em jogos mais pequenos. Miguel Vitor foi esquecido. Nelson Oliveira e David Simão, nunca voltarão ao Glorioso. E vamos continuar a contribuir para a morte do futebol portugues, com jogadores lusos.
Quando os clubes da nossa liga jogam em jogos europeus, alguns amigos criticam-me por torcer contra os clubes portugueses. A verdade é que por mim podem mesmo perder sempre. Mas o argumento desses amigos é que devemos sempre torcer pelos portugueses. "Portugueses? pergunto eu." Olho para os planteis dos grandes, e tenho de me esforçar para encontrar um portugues.
Sou benfiquista incondicionalmente. Mas o que está mal, está mal. E esta politica de contratações para encher os bolsos a dirigentes, empresarios e fundos de investimento eu não consigo engolir.
Ai não presta...
Já pensei em criar uma nova rubrica de culinaria por aqui. Tal como existe a Fotografia da Semana, criar algo como a receita da semana ou do mes. Talvez o faça.
Hoje deixo-vos a primeira receita do chaparro. Esta não é minha, não é um segredo de familia nem uma especialidade da casa. É apenas uma receita tirada de um site de internet sem sequer pesquisar muito, para saber qual seria a melhor. Esta apenas é a primeira, e por ser a primeira, teria de ser obrigatoriamente este o repasto que vos deixo.
Quando vou jantar com o pessoal amigo, e todos comem os bifinhos e a carninha grelhada (de que
também gosto), ou então quando eles começam a sugerir pizzarias em vez de um bom restaurante de comida da nossa, o meu nariz começa logo a torcer. Não por não gostar de pizzas, que gosto, mas não troco a nossa comida tradicional portuguesa por nada deste mundo. Devidamente regadas por um bom vinho, alentejano de preferencia.
Adoro os cozidos, as feijoadas e principalmente os ensopados. O preferido, de enguias. Mas este que vos deixo, o de borrego, já foi tema para varias conversas na mesa do café.
Ensopado de Borrego
Ingredientes para 2 pessoas:
800gr de borrego partido em pedaços pequenos
azeite ou banha
1 cebola
1 raminho de salsa
1 folha de louro
1 colher de chá de colorau
4 grãos de pimenta
3 cravinhos (opcional)
sal
0,5 dl de vinagre
4 batatas
algumas fatias de pão caseiro (ingrediente muito importante)
Preparação:
Coloque o azeite ou a banha num tacho, deixe aquecer e aloure os pedaços de borrego. Reduza o calor e acrescente a cebola e a salsa picadas, o louro, o cravinho, a pimenta, o colorau e tempere de sal. Deixe refogar muito bem juntando um pouco de água se necessário.
Quando estiver bem cozido acrescente a água necessária para fazer o ensopado. Assim que esta levantar fervura acrescente as batatas previamente descascadas e cortadas em quartos.
Adicione o vinagre, tape e deixe cozer e apurar.
Sirva o ensopado sobre o pão caseiro. Se preferir torre ou frite o pão. Eu prefiro frito!
Hoje deixo-vos a primeira receita do chaparro. Esta não é minha, não é um segredo de familia nem uma especialidade da casa. É apenas uma receita tirada de um site de internet sem sequer pesquisar muito, para saber qual seria a melhor. Esta apenas é a primeira, e por ser a primeira, teria de ser obrigatoriamente este o repasto que vos deixo.
Quando vou jantar com o pessoal amigo, e todos comem os bifinhos e a carninha grelhada (de que
também gosto), ou então quando eles começam a sugerir pizzarias em vez de um bom restaurante de comida da nossa, o meu nariz começa logo a torcer. Não por não gostar de pizzas, que gosto, mas não troco a nossa comida tradicional portuguesa por nada deste mundo. Devidamente regadas por um bom vinho, alentejano de preferencia.Adoro os cozidos, as feijoadas e principalmente os ensopados. O preferido, de enguias. Mas este que vos deixo, o de borrego, já foi tema para varias conversas na mesa do café.
Ensopado de Borrego
Ingredientes para 2 pessoas:
800gr de borrego partido em pedaços pequenos
azeite ou banha
1 cebola
1 raminho de salsa
1 folha de louro
1 colher de chá de colorau
4 grãos de pimenta
3 cravinhos (opcional)
sal
0,5 dl de vinagre
4 batatas
algumas fatias de pão caseiro (ingrediente muito importante)
Preparação:
Coloque o azeite ou a banha num tacho, deixe aquecer e aloure os pedaços de borrego. Reduza o calor e acrescente a cebola e a salsa picadas, o louro, o cravinho, a pimenta, o colorau e tempere de sal. Deixe refogar muito bem juntando um pouco de água se necessário.
Quando estiver bem cozido acrescente a água necessária para fazer o ensopado. Assim que esta levantar fervura acrescente as batatas previamente descascadas e cortadas em quartos.
Adicione o vinagre, tape e deixe cozer e apurar.
Sirva o ensopado sobre o pão caseiro. Se preferir torre ou frite o pão. Eu prefiro frito!
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Fotografia da Semana
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Il Mago
Uma semana é tempo demais sem posts. Desculpem!
Este post já não é novidade para ninguem, mas não posso deixar de colocar aqui o video do melhor de sempre! Es grande Mou!
Este post já não é novidade para ninguem, mas não posso deixar de colocar aqui o video do melhor de sempre! Es grande Mou!
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
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