domingo, 28 de junho de 2009

Batota? nah...

«Em determinado período da minha carreira cheguei a um clube que tinha uma grande equipa, um belíssimo treinador e um presidente carismático. Para além destas qualidades, existiram outros ingredientes que facilitaram o nosso percurso vitorioso. Devo dizer que antes de ir para este clube nunca tinha tido qualquer experiência com doping (pelo menos conscientemente)»

“Em certos treinos víamos um ou dois juniores que apareciam para treinar connosco. Esses juniores não estavam ali porque eram muito bons ou porque tinham de ganhar experiência. Estavam ali para servirem de cobaias a novas dosagens. Um elemento do corpo clínico dava cápsulas ou injecções com composições ilegais a miúdos dos juniores (...) Diziam-lhes que eram vitaminas e que a urina era para controlo interno.”

«Se um jogo fosse ao domingo, o nosso médico sabia na sexta ou no sábado quais as partidas que iriam estar sob a tutela do controlo antidoping. Mal tinha acesso à informação, avisava todo o plantel e o dia de jogo acabava por ser directamente influenciado por essa dica»

Citações retiradas do livro «Jogo Sujo», de Fernando Mendes e Luís Aguilar (ed. Livros De Hoje, Grupo Leya).

Só para lembrar que Fernando Mendes jogou nos tres grandes de Portugal. Deste modo não sabemos qual é o grande clube, de presidente carismatico, que dopa jogadores. Ou sabemos?
Viva a verdade desportiva!

2 comentários:

Anónimo disse...

Ainda te admiras??

Isto deve ter sido das coisas mais soft que se passaram dentro daquele clube azul corrupto: Futebol Clube do Porto (há que dizer o nome!)

Mas deus não dorme e eu cá estarei pa festejar quando o pinto da costa for desta pra pior. E no futuro ficará escrito que os titulos, as vitórias e as boas exibições tiveram todas como base muita mas mesmo muita podridão.

Cumps,

Rui

Anónimo disse...

foi o próprio fernando mendes a dizer na tv que por muito que se admirasse nunca se dopou enquanto estava no fcp...