"A senhora chama-se Savannah Sanitoa, e correu a final uma eliminatória feminina dos 100 metros, do alto dos seus 90 quilos. Fez 22 horas de voo para poder participar e não ficou em último, não senhora.
"A senhora chama-se Savannah Sanitoa, e correu a final uma eliminatória feminina dos 100 metros, do alto dos seus 90 quilos. Fez 22 horas de voo para poder participar e não ficou em último, não senhora.
Dia 1 - Aquecer os motores. - Chegámos com calma ao recinto, e sem filas nem complicações comprámos os bilhetes e colocámos as pulseiras. Azul tal como no ano passado, acho que dava mais uma vez para entrar à pala com a pulseira do ano passado (já é o 3º ano com a pulseira azul).
Lá dentro, a primeira coisa que salta a vista é que a Montanha Russa não tem o mesmo charme da Roda Gigante. O recinto está bem maior, e a tenda Planeta Sudoeste está melhor. Este vai ser um festival mais calmo, pois é o 1º festival da Inês, e ela ainda curte isto de maneira diferente.
Depois de umas compras pelas barracas, vi o final dos FUNKyou2 e esperei pela actuação da noite. Estava com algum medo de estar realmente pouca gente, mas assim que David Guetta começou a tocar, vi que afinal o recinto estava bem composto. A meio gás claro, é quarta-feira e é apenas a recepção ao campista. O concerto foi mesmo muito bom, e foi um bom começo para o festival.
Dia 2 - Isto é o SW - Depois de mais um dia de praia, chegámos a tempo de ver Macaco. Na segunda aparição na Herdade da Casa Branca deram um bom concerto, pena não terem merecido uma maior assitencia. Mas é hora de jantar, e o pessoal ainda se dispersa muito.
Depois começou o concerto da noite, e um dos momentos altos do festival. Buraka arrasaram, e assim que começou o concerto, e olhei para trás, vi um mar de gente a correr chegando-se ao palco principal. Ai tive a certeza de que afinal o festival não tinha pouca gente. É certo que está longe das enchentes de outros tempos, mas está bem composto. Voltando a Buraka Som Sistema, pouco mais a dizer. Que grande malha! Nota ainda para a sandocha de porco no espeto que soube a pato.
Dia 3 - As surpresas - Dia de praia, mas cheguei cedo para ver o Carlito Marron. Carlinhos Brown deu um bom concerto. Começou com cerca de cem pessoas a ouvi-lo no palco principal, mas acabou com o recinto já bem composto, e visivelmente chateado de ser obrigado a ir embora depois de ter chamado o publico ao palco principal. Seguiu-se Madcon. Não é a minha onda e aproveitei para ir jantar. Comi qualquer coisa japonesa que não me lembro o nome. Obviamente fiquei com fome e tive de reforçar com uma tachadinha para ficar no ponto.
Logo em seguida a primeira descoberta deste SW. Muchachito Bombo Infierno. Não vi tudo, mas adorei o que vi destes espanhois. Mereciam claramente lugar no palco principal, e não sei se não os veremos em edições futuras. A tenda Planeta Sudoeste foi pequena para tanta gente que vibrou com os espanhois. Adorei!
Seguiu-se o concerto da noite. Mariza. Não gosto daquelas expressões que tentam sempre fazer comparações como "a nova Amalia" ou "o novo Eusebio". Mariza é sem duvida a diva de Portugal. Mariza brilhou no SW, e provou que o fado tem espaço entre o publico mais jovem. Mariza superou o teste com vinte valores.
Seguiram-se os Deolinda. Bem, aqui chegou outra surpresa. Mas pela negativa. Como definir melhor o que achei do concerto dos Deolinda do que com a palavra: secante! Não aguentei ve-los por muito tempo, e ao deslocar-me no recinto reparei que os grupos que tocaram nos palcos secundarios devem ter ficado muito agradecidos aos Deolinda pela exibição. É que os outros palcos estavam ao barrote, e até o concerto merdoso de Shaggy estáva super animado e repleto de publico aos saltos. Este dia ficou por aqui.
Dia 4 - O Dia - Chegámos cedo ao recinto, e aproveitei para comprar umas T-Shirts da IDWear, e trocar dois dedos de conversa com o seu criador. Pode ser que no futuro poste mais qualquer coisa sobre estas t-shirts. Seguiu-se uma descida no recinto para nos irmos posicionar para ouvir Blind Zero.
O concerto não foi mau, a banda tocou algumas das suas musicas mais antigas, mas ficou-me a sensação de nunca ter conseguido agarrar o publico. Acho-os uma boa banda, mas com pouca ligação com o publico e atitude em palco.
Quem agarrou o publico foram os senhores que se seguiram no Positive Vibes e que nos ofereceram uma grande Skazada. Mad Caddies. Bom concerto da banda da California.
E a seguir o momento da noite, e mais que provavelmente o momento do festival. Faith No More. Não há muito a dizer. Grande malha! Grande forma. Voltem depressa! Foi a grande enchente no recinto, e calculo que estivessem mais de trinta e cinco mil festivaleiros.
Depois de Faith No More, e para tentar combater a debandada geral de publico, chegou Etiene de Crecy e o seu cubo magico. Ficou muita gente a ver e ouvir, e aposto que o cubo deve ter proporcionado muitos filmes e fotos nessas camaras e telemoveis. Acabámos a noite, no estacionamento, sem bateria no carro, a fazer um encosto para poder ir embora. Obrigado ao simpatico amigo da Passat cinzenta! Amanha há mais.
Dia 5 - A despedida - O ultimo dia de sudoeste começou com um bom concerto de Gomo. Infelizmente, e como se passou com todos os concertos das 20h, Gomo teve muito pouco publico a ve-lo. E Gomo merecia bastante mais, pois é do melhor que se faz por cá na Pop nacional. A organização deveria seriamente repensar o horario dos primeiros concertos. É injusto para os musicos terem de tocar sem publico, pois as 20h ainda está tudo a chegar da praia. Quase que compensa mais tocar num palco secundario mas a horas decentes, do que ser o primeiro concerto da noite no palco principal.
Depois de Gomo, ainda consegui ver metade do bom concerto de Virgem Suta. A banda de beja sem medo de ser original e diferente, consegue um som muito engraçado que está aos poucos a conquistar fans.
Seguiu-se Marcelo D2. O brasileiro esteve ao seu nivel, e conseguiu boas malhas. Aqueceu bem uma noite de altos e baixos.
Falando em baixos, aqui chega o baixo da noite, e a meu ver, o pior concerto que vi no sudoeste deste ano. Amy Macdonald. A menina deu um concerto secante e desinteressante. Não me levantei sequer do chão para a ver. Boa ideia da organização em trazer esta menina, assim deu uma horinha aos festivaleiros para irem desmontar a tenda, enquanto ela tocava para quem não tinha mais nada para fazer.
Seguiu-se mais um concerto de que não gostei. A lollipop Lily Allen deu um concerto muito sub-16. Mas o publico parece ter gostado, e é isso que interessa. Para mim foi um pouco demais, até uma musica da Britney ela nos fez gramar. Com um ar um pouco bebado, conseguiu ser rebelde o suficiente para fumar dois cigarros em palco, e acabar o que parecia ser uma vodka. A Lilly é uma maluca. Digna de uma personagem mesmo rebelde dos morangos. Uau!
Como de costume, o melhor estáva reservado para o fim. Infelizmente não pude ver o concerto até ao fim, mas vi boa parte dele. E Basement Jaxx rebentaram com o Sudoeste. Se não foi o melhor show do festival, estiveram muito perto. Só talvez ultrapassados por os Faith No More. Quando aquelas Hot Mammas abriam as goelas, a herdade da casa branca ia abaixo. Adorei.
Fazendo o balanço, passou-se mais um grande festival. E mesmo com um cartaz fraco, curti bastante. Para o ano há mais!
Nota1. Fotos IOL.

de momento do fim de semana.
... não apagarão imagens como estas que publicarei em seguida, que nos chegaram apenas 10 dias antes do seu comentario. Enviadas pelo Sr. Ricardo (é assim que assina o mail que nos enviou) junto a um pequeno texto a dizer que tinha ficado chocado com o que tinha acabado de ver. E que mostram uma realidade completamente diferente, repito apenas com 10 dias de diferença do seu comentario.

No primeiro jogo o Glorioso apresentou-se de equipamento alternativo (muito bonito por sinal), e com varias ausencias importantes na equipa. Desde já as obvias ausencias dos centrais, e de Ruben Amorim. Na primeira parte o conjunto pareceu-me bem, ainda um pouco atabalhoado, mas já mostrando combinações interessantes, e alguma capacidade de pressionar o adversario. Na segunda parte as constantes alterações no onze diminuiram o ritmo e a qualidade de jogo. Como é obvio quando não se ganha ha tendencia a dizer que neste tipo de jogos o resultado não interessa, mas ganhar é sempre melhor, e não ganhamos. A verdade é que a equipa não conseguiu matar o jogo, nem segurar o resultado.